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Guest Post: Especial Miss Universe - por Thiago Corrêa

OMG. Foi exatamente essa a expressão que veio quando a Jú (que também é miss) deu a ideia de fazer um especial com guest posts sobre o MISS UNIVERSO, que acontece em 2015 (a versão de 2014 não aconteceu, ou será esta, sei lá), Em Doral, na Flórida, mas enfim. Eu sou aficionadopor este programa de TV, e de cara aceitei a diversão.



Para quem não sabe, o Miss Universo é uma das maiores audiências televisivas do mundo e este ano conta com cerca de quase noventa candidatas.

Acontece que o Miss Universo não é um dos únicos concursos de beleza. Existem, na verdade, vários. Mas é o que tem mais expectadores na América, principalmente latina e grande parte da Ásia. Sendo assim, é interessante de que a ideia de eleger uma representante para a MissUniverse Organization (OMU) seja advinda desses lugares, ou ao menos, que suas finalistas sejam latinas e asiáticas. Então logo a gente percebe que o concurso é um pouquinho comercial.

Contudo, existe a troca de cultura e a possibilidade de conhecer outras belezas durante as três semanas de confinamento. A edição deste ano começou oficialmenteno dia seis, então ainda não dá pra montar um top 15 (apesar de eu já ter minhas francas favoritas) e nem apontar uma campeã. Os primeiros ensaios estão sendo feitos agora, com trajes de banhos da marca Yamamay, que se tornou patrocinadora do Miss Universe desde dois mil e treze e que são bem diferentes dos que estamos acostumados a ver nas praias brasileiras. Yamamay tem alguma coisa interessante, mas de longe prefiro os nossos.Ahh, esse ano eles também assinaram um contrato de dez anos com uma joalheria checa, então a coroa também será trocada (chorando aqui).



E falar em nossos, esse ano a nossa representante é a Melissa Gurgel, modelo de vinte anos e estudante do curso de designer de moda. Melissa chegou em Miami sendo apontada como uma das favoritas, apesar de se diferenciar de nossas três últimas misses que possuíam mais de 1,70 de altura, 

Melissa possui 1,68 (altura mínima exigida pelo concurso aqui no Brasil), o que não a intimida, por sempre demonstrar atitude cênica e parecer muito carismática. Eu vejo a Miss Brasil como uma candidata, diríamos, interessante.



Vamos ver o desenrolar nas próximas semanas e principalmente na etapa preliminar de traje de banho e gala, durante a entrevista, que acontecerá quase na véspera, com os jurados, e toda a programação até a noite final, onde serão selecionadas as quinze candidatas (uma das partes mais emocionantes da programação) e onde a venezuelana Gabriela “Molly” Isler (eu amo) coroará sua sucessora.

Então para iniciar essa sessão (sim, escreverei outros textos) vou pontuar o que aconteceu de bafo essa semana. Essa semana não, nesses dois dias de concurso.

O Miss Universe é patrocinado pela marca de cosméticos e beleza CHI (não entendo muito disso); A equipe deles é responsável pela beauty das meninas e é até um brasileiro que produziu nossas duas últimas misses, o Bruno Fernandes, queridíssimo. Estivemos no top five (o último corte) desde 2011

Será Melissa que trará a coroa que bateu na trave em 2007? Se é pra lembrar, achei justa a vitória da japonesa, a nipônica Riyo Mori que trajava um belíssimo Gucci e funcionou muito bem na passarela (que é diferente de um desfile fashion). Amo alta-costura no Miss Universo. Acho chique, sofisticado. Algo diferente pra esse tipo de competição.  Outra russa que trajou um belíssimo Gucci foi Oxana Fedorova, a única russa a ser eleita Miss Universo em 2002 e destituída do título. Desde lá, nenhuma outra europeia foi eleita Miss Universo.


Tem também o mineiro Alexandre Dutra, que parece ser um dos queridinhos no mundo das misses há algum tempo. Foi ele quem desenhou os vestidos de Natália Guimarães (a vice em 2007 da japonesa), o da angolana Leila Lopes,que eu realmente achei que a ajudou e muito a vencer o concurso aqui no Brasil em 2011 (existe isso, viu?!) e a obra-prima, que nossa querida Gabi Markus (quinta colocada em 2012) carregou deslumbrantemente naquela final. Este ano ele também assina os trajes da Melissa (típico e gala). Qual será a surpresa?


Bem, mas o que me traz aqui, além de fazer essa série meio-cobertura do concurso pra vocês, é um dos assuntos que rolou entre eu e a Jú ontem: o Ellie Saab da russa,Yulia Alipova, avaliado em uma bagatela que é melhor nem comentar e foi apresentado na coleção da semana de moda de Paris. Para tudo, gente, a mulher foi rainha demais. É favorita, o corpo tá em dia, tem esses olhos e ainda me leva essa escultura para o concurso do Trump?


Outra também que está sendo bastante comentada é a francesa Camille. O nome lindo já diz tudo. Tem um ar natural, jovial, alta, loira (há dez anos que uma típica loiranão vence o concurso, a última foi a australiana JenniferHawkings, no Equador, em 2004). Camille leva um traje típico que representa a haute-couture de seu país. Eu, pessoalmente, achei o traje maravilhoso. Mas há outro detalhezinho importante sore a francesa: ela vai usar umZuhair Murad, o mesmo utilizado pela nossa querida Blake Lively e até que as duas possuem uma certasemelhança, não acham?



Bom, produzidas e produzidosespero que tenham curtido essa primeira parte que foi introduzir um pouquinho sobre o concurso do que eu gosto) para vocês e falar a respeito dos eventos mais importantes e dos bafos que estarão acontecendo em Miami até que a nova rainha da beleza do universo (ou de uma parte do mundo) seja eleita. XoXo, e até a próxima!
 H

6 comentários

  1. Respostas
    1. Obrigada Pedro, você costumar acompanhar os Concursos?
      o Thiago arrasou mesmo, estou ansiosa pelos próximos.

      Julia Monteiro

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  2. Muito bom o Texto. Obs.: O MU 2004 foi realizado no Equador e não no Peru.

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    1. Verdade, em Quito. Obrigado pela correção!

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